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Felicidade.

Felicidade é quando a tua vida real está tão bem que nem te apetece escrever.
Felicidade é ter feito anos e não me importar com os pseudo-esquecimentos.
Felicidade é aceitar todas as coisas e todas as pessoas tal como elas são.
Felicidade é ter um cão bebé. Um cão que não me deixa dormir. Que é tão pequenino que ainda nem sabe em que Mundo está.
Felicidade é isto tudo e muito mais.

É quase sexta.

Pensar que amanhã é sexta feira deixa-me feliz. Com ânimo. É necessário parar.
Refletir. E recomeçar.
É para isso que serve o fim de semana.

Coisas minhas

Verdade seja dita que se me dão um papel e uma caneta ou uma página branco para escrever… eu escrevo! É quase compulsivo. Sou escritora compulsiva. 

Nem sempre tenho estas vontades. O que é uma pena. Porque eu preciso disto. Desta terapia. Escrever alivia me a alma. Porque eu fico cansada de pensar. E escrever ajuda a expulsar esta quantidade de palavras que vivem dentro de mim.

E quero sempre mais. Quero sempre escrever mais porque as palavras fluem em mim.
E quando me sinto inspirada é pior. Porque a cabeça quase chega a doer. Mas a sensação não é má. Bem pelo contrário, é bom. É rejuvenescedor. Quase que me limpo.


E aprendo. Aprendo com as palavras. Aprendo quando escrevo. Porque chego a conclusões que talvez em estado normal (mas o que é normal, afinal?) não chegaria. 

Cresço. Renasço. Revivo. E é quase um sentimento de começar de novo. De me criar de novo. Como digo sempre, é um novo eu. Uma nova era. Uma nova pessoa.

Mas afinal sou sempre a mesma. Ainda que com ideologias novas, sou eu. Ninguém muda por completo de um dia para outro. E eu às vezes ainda acho que sim.